segunda-feira, 20 de julho de 2009

Família

Tenho adiado um artigo, que pretendia razoavelmente desenvolvido, sobre a família. Sobre a família como fundamento da sociedade, como força motriz das estruturas políticas e económicas. A discussão e o reconhecimento da família como fulcro da sociedade de hoje urge à medida que o tempo passa e que se afirmam cada vez com mais vigor ataques, axiologicamente cegos e meramente utilitaristas, contra a família. Esses ataques e essa ideologia utilitária advém do egoísmo do homem. Da ideia que se instala de que a vida temo-la para nós e que isso no traz prosperidade.  Está mais que provado, na experiência da história do homem, em todos os ramos, que o ensimesmento traz a decadência e a morte. Por analogia, vejamos que os estados economicamente isolados e proteccionistas tendem a ser menos prósperos. Toda a realidade da vida vive à volta da dualidade individualismo/bem comum.

Os ataques sub-reptícios mais prementes à família, neste momento, são, sem dúvida, o apoio da união homossexual equivalente ao da família tradicional (subvertendo o princípio do tratamento igual ao que é igual e diferente ao que é diferente); o aborto como prática aceite sem perplexidades, ao invés de um forte apoio à natalidade.

Felizmente, não estou sozinho e gostaria de divulgar aqui um caderno da APFN (associação de famílias numerosas)  intitulado “Família – Semente de futuro”. Revejo-me nestas posições e aconselho a sua leitura, especialmente aos que ao lerem este meu post não concordem com ele, a bem do exercício do contraditório e do progresso hegelino pelo confronto entre a tese-antítese.

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